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Textos

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Leitura BARROS, Elizabete Umbelino de. Línguas e linguagens nos candomblés de nação Angola. 2007. Tese (Doutorado em Semiótica e Lingüística Geral) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.  MARQUES, Marcel. Terreiro fora do Terreiro: candomblé do samba ao funk e o “rito de passá”. Revista Calundu, [S. l.], v. 7, n. 1, 2023. MARTINS, G. C. D. . Guerra dos Graves: da quebra de Xangô ao funk na baixada santista. SONORA , v. 6, p. 1, 2017. Ao dizer: "em África isso é algo constante", remete esse conceito ao pensamento africano do ser pessoa; havendo a integridade do ser, ele vai transmitir o que ele é pela palavra (cf. Hampatê Bâ, 1982). No caso da comunidade, o ser individual se integra coletivamente, formando o corpo coletivo, a comunidade, ela própria, que se organiza e (reorganiza pelas experiências vivenciadas no cotidiano do convívio socioreligioso. E a participação dos membros da comunidade nas festas religiosas ...

Trilha

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Quero pensar nos desdobramentos do termo raiz. Raiz para além das ervas. Quero pensar em raízes sonoras. Dos batuques de candomblés que surgem os beat do funk, no cotidiano dos terreiros que nasce o fazer dos sambas. Quero uma trilha que une passado presente e futuro.  Uma dança afro raiz, que no Brasil nos leva novamente para o terreiro. —----- Parafraseando com o conceito de raiz e na intenção de unir passado, presente e futuro, eu pesquisei os hinos de escolas de samba capixaba. Pesquisei a escola de samba mais antiga do ES, a Unidos da Piedade, e uma escola que gosto muito da produção sonora, eleita como a melhor bateria de escola de samba do estado, a Novo Império. Também pesquisei a Jucutuquara e Pega no Samba. Não queria enredos, estou procurando os cantos das nações que antecedem o samba enredo do ano. Raiz do samba, comunidade, ancestralidade, história do povo negro. —------ Ainda pesquisei alguns beats de funks contemporâneos que se inspiraram nos anos 90. Também busquei ...

APRESENTAÇÃO

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  MUZENZA Estou em montagem do espetáculo de dança afro-brasileiras chamado MUZENZA, o trabalho é atravessado pelas mitologias de Ossaim e Oxóssi e suas relações com a sabedorias das ervas e as raízes da cultura negro-brasileira. O nosso propósito é trazer um fluxo de reflexões sobre as raízes que habitam a nossa ancestralidade, tendo como epicentro a vivência dos iaôs enquanto ambiente para fundamentar, reunir e organizar conhecimentos que enunciam a manutenção da nossa ancestralidade. Para esta disciplina vou apresentar as escolhas dramatúrgicas do processo criativo de uma cena denominada “Iaô” . Falaremos sobre as escolhas sonoras e o processo de estruturação do movimento que surge a partir do som. A forma de apresentação final será a exibição de um vídeo da coreografia que vai compor o espetáculo. Indicação: Uma árvore da música brasileira REDUTO (motrizes de criação):